Por um Mundo mais solidário


Livro de Visitas - COMENTÁRIOS

Data: 02-07-2020

De: ANA DINIS PALHA PEREIRA (CANEÇAS)

Assunto: UM BOM RECURSO

Este livro [ESTAÇÃO TERMINAL] é muitas coisas numa só: um romance retratando a história do Toni, manual pratico de como agirmos na vida e sobretudo, como ultrapassar a dor da perda em tempos de pandemia, ensaio e descritivo do mundo das emoções. Essencialmente útil nestes tempos conturbados.

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Data: 30-06-2020

De: BERTA DIAMANTINO NASCIMENTO (LISBOA)

Assunto: CARTA AO ESCRITOR: O CONDOMÍNIO PRIVADO DO AMOR

CARO ESCRITOR, ENVIEI ESTA CARTA PARA O TEU EMAIL MAS RESOLVI PUBLICAR AQUI NA TUA PÁGINA TAMBÉM. "Meu bom amigo, em nome da nossa amizade, quando ambos percorríamos algumas estações de metrô e dos trens, nas madrugadas dessa Lisboa fria, chuvosa, invernosa, tentando levar um pouco de calor humano a quem vive nas ruas, aqui estou em mais uma noite dedicada à solidariedade. Meu amigo, há duas semanas encontrei o nosso Presidente, o Professor Marcelo Rebelo de Sousa. O cargo não o fez perder a humanidade e a solidariedade. Continua a apoiar os que moram nas ruas, ‘in loco’. Bem Haja! Repasso-te o testemunho de uma das mulheres que pernoitam na Estação de Metrô do Parque, na entrada, junto às grades, após fecharem a Estação pela uma hora da manhã... Testemunho de Ilda Trancoso: ‘Memorável esta nova ordem, essa obrigação, tão ilustre... Fiquem em casa! Ilustre porque para sempre será uma ordem emoldurada na perspectiva dos engravatadinhos que são espécie em exposição na galeria dos cromos da bola de excelência e da parte visível da vida. Há mais de vinte anos que não tenho casa. Vivo na rua. Como querem que eu agora fique em casa? Já não engulo essas patranhas. Minha menina, você é ainda relativamente jovem. Eu também já fui jovem. Insigne, entre tantos, pela força e beleza da minha juventude geradora de sonhos radiantes como se fosse detentora de um momento desigual de luz intensa que teria capacidade para iluminar todo o planeta. Olhe que não sou burra. Estudei, concluí o Ciclo Preparatório. Vivia em Ferreira do Zêzere, uma terra lindíssima. Não era rica, mas também não era pobre. Era honrada. Até que o amor... Ah! O amor! Que coisa é essa? Talvez a menina que é capaz de ter estudos, ou o seu amigo escritor que quer o meu testemunho, tenham estudos e saibam mil e uma definições para explicar o que é o amor. Balelas! Apaixonei-me porque na escola nos ensinam a grande mentira, até nos obrigam a estudar esse soneto de camões... O amor é fogo... Qualquer coisa, Já soube, mas a memória já me prega destas partidas. Olhe não me lembro. Apaixonei-me acreditando que o amor era verdadeiro e não a maior mentira inventada pelos homens. Julgava ter encontrado o meu principie encantado, encontrei um diabo. Acabei grávida e nunca mais lhe pus a vista em cima. Meu pai era da velha guarda. Filha solteira e grávida era grande desonra para a família e também ele me pôs a andar o mesmo é dizer no olho da rua. Ainda tive a minha filha, mas não tinha nada, meu pai mandou-me embora só com a roupa que tinha no corpo. Andei pelas ruas, pedi esmola, mas não dava para alimentar uma criança. Falei com as irmãs do convento lá da terra e entreguei-lhes a minha filha. A vida sempre aposta em momentos solenes e prontos a se tornarem célebres. Uma boa alma, por fora, por dentro era outro diabo, me pagou o bilhete do comboio para Lisboa e entregou um bilhete com uma morada, mais uns trocados. Teria um brilhante emprego à minha espera. De brilhante nada tinha. Fiquei prisioneira dele e o emprego era na rua, como prostituta. Fui prostituta por tantos anos que lhe perdi a conta. Depois fiquei velha, um farrapo, acabada e deixei de servir. Até a prostituição entrou em crise. Mais uma vez me puseram na rua. E na rua fiquei, na rua tenho vivido. Me perdoe menina, talvez a menina tenha maravilhosas teses sobre o amor. Não lhe quero tirar as ilusões. Pode ser que para a menina a vida lhe reserve mesmo um príncipe encantado. E consiga entrar nesse condomínio privado do amor. Para quem não entra nele, resta apenas a rua. Agora me diga a menina como é que eu vou #FicarEmCasa? Olhe, não me queixo. E até nem tenho medo desse bicho que anda por aí à solta. Parece querer matar todo o mundo. Talvez me apanhe e me mate a mim também, mas não pode fazer-me mais mal do que a vida me fez. Nunca tive acesso ao condomínio privado do amor’.”.

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Data: 29-06-2020

De: MARIA MIRANDA JORDÃO (VALE DE MILHAÇOS)

Assunto: MARAVILHOSO

Livro espantoso; este "Estação terminal", era difícil encontrar uma história tão atual, tão representativa destes novos tempos, como esta do Toni. E em jeito de romance que nos deixa atentos e fascinados, mas... aconteceu... este livro está num excelente nível e nos deixa matutando na vida!

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Data: 29-06-2020

De: EDUARDA LEMOS TAVARES (SABUGUEIRO)

Assunto: MUITO BOM

ESTAÇÃO TERMINAL é um excelente livro, acima de tudo, fala da família e do amor. A história do Toni é maravilhosa e só podia ser escrita por este escritor. Aqui no Sabugueiro, as lembranças dele, de nós, os mais velhos e que resistimos à tentação de deixar a terra em busca do êxito lá por fora, nas grandes cidades, é a de ter sido namorado, mais do que isso, noivo da Sandrinha, a querida filha do Ti Painço. E a recordação de uma alam generosa. O Ti Painço acabou doando uma casa aqui, para ele. Era um jovem, muito jovem, tal como a nossa querida e saudosa Sandrinha, mas já era de uma generosidade sem tamanho. A casa era ocupada pele velha ti Gertrudes, sem família, vítima da tragédia que ceifou a vida a seus pais e avós, naquele terrível incêndio que destruíu e tudo o que tinham. Nunca lhe conhecemos familiares e o Ti Painço, o generoso Martins Painço deixou-a ficar numa das casas dele, de favor. A notícia da doação preocupou todo o mundo. O novo proprietário de certo não permitiria que a velha Gertrudes ficasse lá. Engano. Nunca consumou a transferência da propriedade. E uma vez que esteve aqui de férias com o canalha do Arquiteto Paulo, seu amigo e cujo pai era outro malandro, infelizmente nascido aqui. Quando a velhinha Gertrudes lhe perguntou ele respondeu que não iria colocar ninguém na rua e ela podia continuar na casa. Depois acertariam. Essa generosidade não teve o ladrão do amigo, o Paulo. Mais tarde, convenceu a Gertrudes a entrar com o pedido de posse da propriedade por uso capeão, já que já lá vivia à mais de trinta anos. Acabou conseguindo e como a Gertrudes era só, depois convenceu-a que estaria melhor num lar, onde tinha assistência. Acabou colocando a Gertrudes num lar dos mais precários e acabou ficando com a propriedade. Depois o Processo de Inventário do Paulo está-se arrastando há mais de 8 anos. Entretanto uma decisão judicial acabou dando a posse a este escritor, tendo posteriormente sido contestada pelos herdeiros e pelos credores que reinvindicam o espólio para cobrir dívidas deixadas pelo Paulo. A propriedade está em ruinas, abandonada e os processos se arrastam no tribunal há anos. No que interessa, este maravilhoso livro nos ajuda a compreender o verdadeiro significado de família. De forma. Em tudo isso, lamento a morte da Velha Gertrudes, com a Covid 19 no Lar do Teixoso para onde foi deitada como lixo pelo cafajeste do Paulo.

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Data: 27-06-2020

De: DANIELA PASCOAL DE CASTRO (DILI)

Assunto: GUARDAR COM ESTIMA

ESTAÇÃO TERMINAL é um belo livro, com a história do Toni. No fundo, é uma história igual à de muitos de nós. Tonis existem muitos por esse mundo fora. Eu própria me incluo nesse lote. A vida também não tem sido fácil para mim. Tinha apenas 4 anos quando perdi os meus pais. Se não morri, foi porque uma tia conseguiu fugir comigo e nos escondemos numa campa que estava vazia no Cemitério de Dili. Minha tia meteu-me dentro de um caixão e ela própria se enfiou noutro, nesse dia do massacre de Dili. No cemitério de Santa Cruz, em Novembro de 1991. Massacre levado a cabo pelas tropas da Indonésia. Fui criada pela minha tia com muito amor, mas com muita pobreza. Minha tia não é culpada, pelo contrário, ela foi uma verdadeira mãe para mim. Encontrei nela o amor de mãe que perdi quando minha mãe foi assassinada. Minha tia fez o que pôde e muitas vezes, passou dias inteiros sem comer nada, guardando para mim a pouca comida que tínhamos em casa. Hoje a vida continua difícil, com 29 anos trabalho no mercado de Dili. Mas vamos vivendo, lutando, como o Toni sempre lutou, para conseguir vencer os problemas do dia a dia. Esta obra será um bem próprio que devo guardar com estima e usar sempre que desejar.

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Data: 25-06-2020

De: ANA ISABEL PINTO (PARIS)

Assunto: OS QUE PODIAM TER SIDO SALVOS E NÃO FORAM

Adorei a história do Toni, a sua ligação aos comboios. O próprio título nos leva a uma ligação com os comboios. Talvez seja fugir ao tema do livro, mas é que ele me levou a recordar a grande mágoa da minha vida. A uma história que ninguém, até agora, nunca contou. Uma das muitas histórias verdadeiras de refugiados na 2ª Guerra Mundial, e do papel desempenhado por Portugal na época. Foi nos anos 40 do século passado, um comboio com muitos judeus que Portugal deveria ter salvo e não o fez. Meu avô ia nesse comboio e acabou morrendo num dos campos de concentração nazis. Eu nem tive a oportunidade de conhecer meu avô. Hitler, Portugal e a história não me o permitiram. Continua a ser uma história por contar e tão atual porque, infelizmente, continuam a haver refugiados. E continua a haver quem lhes volte as costas e os deixe à sua infeliz e muitas vezes mortal sorte.

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Data: 25-06-2020

De: SREBELO DE SOUSA PIRES (CALDAS DA RAINHA)

Assunto: RESILÊNCIA

Sou leitor compulsivo. Já li praticamente livros de todos os temas. Ou melhor... Era. A minha esposa se foi há oito anos e para aqui fiquei só. Com oitenta e nove anos não é fácil, mas vou vivendo. Esta pandemia que acabou transformando o mundo. A minha vista já não me permite ler e acabei ficar mais só, até ter baixado este áudio-livro. Que maravilha! Pela primeira vez em muitos dias me senti menos só. O livro é este como os outros que li durante a vida. Foi muito bom... Em todos os livros, em todas as histórias, sempre aprendemos alguma coisa. Neste caso, muito aprendi com o Toni. Na verdade, desde há muito que percebi que não há autores maus, livros maus. Há é leitores que não são tão bons, o suficiente para extraírem das histórias as imensas lições que elas nos dão. É sempre tempo de aprender. Nunca se deve desistir.

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Data: 25-06-2020

De: VALENTINA VIRIATO SILVA (LISBOA)

Assunto: ÊXITO

Mais um sucesso do grande benfiquista Aloisio Ferreira Casa nesta sua nova carreira como escritor! A escrita, a critica social, a reflexão sobre o ser humano enquanto pessoa e a sua falta de humanismo! Isto tudo só é possível escrito e narrado por este grande benfiquista! Absorve completamente o leitor de forma a que este não consegue parar de ler nem para respirar!

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Data: 24-06-2020

De: FABIANA OLÍVIA VASCAINO (ERICEIRA)

Assunto: NOVO RENASCIMENTO

Estação Terminal é uma obra importante numa época em que o mundo se divide e se encolhe. Toni leva-nos numa viagem impressionante ao longo da sua vida e recorda-nos a nossa humanidade comum e a importância da colaboração, da compaixão e do génio. Não devemos construir muros, subir a ponte levadiça e viver com medo. Este livro ajudará o mundo a acolher corajosamente o potencial da inteligência coletiva e a assegurar que compreendemos as lições que esta pandemia nos está passando e que nos apercebemos da oportunidade que temos diante de nós neste Novo Renascimento da Humanidade.

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Data: 24-06-2020

De: JOANA RODI ESTANISLAU (LAGOS)

Assunto: RECOMENDO

Sobre o livro “Estação Terminal”, eu confesso que amei. É tão simples e fluído e ao mesmo tempo tão completo e inspirador. Já do ponto de vista do momento em que vivemos, soube a pouco. Não diz nem a metade do que me vai na alma. Suportei esta pandemia, o isolamento social, o confinamento, a quarentena, sempre com o credo na boca. Minha filha trabalha num supermercado. Esteve sempre a trabalhar. Enfim, rezei ao nosso Deus. Ele me ouviu e poupou minha filha. Depois veio o princípio do desconfinamento. Pensei que o pior havia passado. Mas com alguma abertura, os jovens têm sido muito descuidados. Eu sei que há de tudo e de todos. Mas uma festa ilegal que teve aqui em Lagos reuniu mais de 180 jovens, todos com idades entre os 14 e os 29, a grande maioria. Havia portugueses, é claro que havia. Mas a grande maioria eram africanos e brasileiros. Especialmente brasileiros que têm vindo para cá nos últimos meses, anos, às centenas. Muitos brasileiros. Agora o governo voltou atrás em muitas das coisas que permitia e endureceu a atuação. Quem não cumpre paga multa que pode ir de 50 a 3.000 euros. E pode até ser preso e cumprir pena criminal. O que é certo é que depois da festa, aqui em Lagos surgiu um novo surto e são mais de 118 infetados. Nem todos jovens participantes da festa. Antes da festa, eles, os jovens passaram pelo supermercado e minha filha acabou infetada. Está internada com o Covid. Vejo na televisão falarem do Presidente Brasileiro e Americano. Eu não sei, nem quero saber. O povo vota e escolhe. Cada um tem o presidente que merece e escolheu. Nem tenho nada a ver com isso. Não me afeta. Mas vejo na televisão que os brasileiros não estão nem aí. Todo o mundo na rua. Não cumprem nenhuma lei, nada. Os africanos também. São outros insurretos. Me desculpem. Mas tenho de falar e como eu muita gente aqui pensa o mesmo. Lá na terra deles ninguém tem nada a ver com isso. Fazem o que querem. Agora aqui, na terra dos outros, que sejam obrigados a cumprir e para desordeiros, já basta os que cá temos. Os nossos temos de aturar, mas os outros não. Se querem viver desordeiramente, corram com eles. Vão para o Brasil. Vão para África. Aqui muitos brasileiros trabalham na indústria hoteleira, restauração, em todo o Algarve. Mas aqui em Lagos estamos a fazer a nossa parte. A falar com os proprietários dos bares e restaurantes e a avisar que mandem embora os brasileiros e os africanos, despeçam-nos. E como vibem do turismo e os turistas são poucos e por agora, são muito poucos os estrangeiros, os proprietários precisam de nós, os portugueses. Já temos uma comissão. Quem empregar brasileiros e africanos, não consumimos nem um café. Não damos dinheiro a quem emprega essa gente. Não os queremos cá. Se não estivessem cá e não desafiassem os portugueses, talvez minha filha não estivesse agora com o Covid.

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Data: 22-06-2020

De: JOSÉ FRANCISCO DIAS (LISBOA)

Assunto: EFEITOS DA PANDEMIA

Baixei este livro pela curiosidade. Não sou dado a leituras. Mas este me interessou, em primeiro lugar, porque o escritor foi meu colega e meu chefe nos comboios. Nem ele imagina como a nossa vida aqui está difícil. E depois, porque é a história do Toni que também foi meu colega. Uma história verdadeira. O livro fala de amor e da nossa vida nos comboios. E por fim, fala desta Pandemia. Para mim, ela foi um divisor de águas. Eu fui apaixonado pela minha esposa. Nós nos amávamos verdadeiramente, mas nos dezoito anos de casamento, eu ganhei uma esposa maravilhosa, no entanto recebi como bónus uma enteada. Éramos ambos divorciados e procurávamos refazer nossas vidas. Minha esposa chegou com a filha. Durante treze anos convivi com ela e minha esposa me colocando de algum modo à margem. Nas conversas eram os assuntos delas, se eu dizia alguma coisa, elas depreciavam e diziam que isso não interessava. A filha, nem sempre, mas lá ia pondo a mesa e fazendo alguma comida. Sempre o que elas decidiam e nunca aceitavam uma sugestão minha. Enfim, eu era quase um estranho. A menina dormia até ao meio dia. Aguentei. Nem ligava. Ia para a Luz e por lá ficava com os meus amigos do Benfica. Quando não estava a trabalhar. Veio a Pandemia, o futebol parou. O Estádio da Luz deixou de ser opção no confinamento. Aí, a coisa ficou feia. Separei-me. Elas que vivessem as duas. Quando nada o fazia prever, Mafalda, a minha esposa, viu que estava casada comigo e não com a filha... Mandou-a embora, pô-la na rua e me pediu perdão... Sufocado pelos fantasmas do passado e consumido pelos meus medos, agora que há dois meses estou tão bem... É tarde... Não vou voltar... Ela deve ter tomado a decisão mais difícil de todas: afastar-se da filha... Se o tivesse feito antes... Talvez... Agora, decididamente não.

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Data: 15-06-2020

De: SÓNIA DUARTE DOS SANTOS (PARIS)

Assunto: SEM DÚVIDA, UMA AVENTURA

O livro Estação Terminal, é sem dúvida mais um livro deste novo escritor??? Já nem me lembro dele, apenas sei que foi casado com minha tia e a deixou. Não passava de um mero e insignificante trabalhador dos comboios, mas de repente, vá lá se saber como? Viu a vida repleta de repleta mistérios e aventuras que o transportam para um suposto grande escritor??? Como é possível? Há mistérios que nem Deus consegue revelar...

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Data: 14-06-2020

De: CATARINA GOMES SARAIVA DOS REIS (CANEÇAS)

Assunto: QUE DRAMA SE INSTALOU NAS NOSSAS VIDAS

Curiosamente, durante os tempos da quarentena, acabei lendo o livro ESTAÇÃO TERMINAL, Um dos mais atuais, perante esta nova vida que todos temos vivido. A história do Toni e a forma como se tornou mais uma vítima deste vírus. Não esperava que passado apenas dois meses, a minha própria vida seria afetada com tanta tristeza. Não sei onde errei. Sou apenas uma jovem, 26 anos que como todas as jovens sonhavam em se casar, ser feliz. Tinha tudo marcado para casar em Abril, a quarentena alterou os planos. Não era possível fazer uma cerimônia religiosa com a quarentena. Estávamos todos fechados em casa. Maio trouxe a esperança, algumas coisas começaram a funcionar. Acabámos optando por realizar o nosso casamento, eu e meu noivo, também ele ligado, pela paixão, aos comboios. Faz parte do Grupo Amigos dos Comboios. A cerimônia foi possível, limitada a dez pessoas. Fomos eu, ele e nossos pais, na companhia dos padrinhos, na igreja. Cumprimos as normas. O Copo de água foi na quinta de um amigo e aí, acabámos recebendo mais alguns amigos. Na festa do dia mais feliz da minha vida, estiveram 26 pessoas, familiares e amigos, em Loures. Apenas dez dias depois, minha mãe acabou sendo internada com esse maldito vírus. Faleceu na sexta-feira. Acabámos fazendo os testes, todos os que estiveram no casamento, dos 26, 14 estão infetados e em quarentena. O pai do meu esposo está internado e nos Cuidados intensivos. Outros dois amigos estão internados no Hospital de Santa Maria. Os outros, estamos em nossas casas, em quarentena. Eu e meu esposo também estamos com o vírus, em casa, de quarentena. Nós acreditámos que tudo já havia passado e agora o vírus nos apanhou e transformou o dia mais feliz de minha vida no pior dos pesadelos. Isto não são livros, histórias. Onde iremos parar? Quantos focarão por cá para contar a história? Adorei o livro, mas já não acredito em livros, nem na história, muito menos na vida e na justiça.

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Data: 11-06-2020

De: SOFIA BASTOS RAMOS (ERICEIRA)

Assunto: MIXED FEELINGS

A escrita de Aloisio Ferreira Casa neste livro apresenta um humor subtil muito interessante. No entanto, para quem é um pouco leigo em cultura literária a narrativa pode tornar-se um pouco monótona.

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Data: 11-06-2020

De: ANDREIA RITA CALVO BELOURICO (LISBOA)

Assunto: PERTURBADOR

Não posso dizer que tenha sido muito difícil encontrar este escritor, ou seja, esta página. Já não sou uma jovem, mas também não sou nenhuma velha. Acredito em Deus. Não sou muito dada a leituras. Trabalho há mais de oito anos no Hospital de Santa Maria, onde sou enfermeira. Consegui a informação desta página do escritor na Refer de Alcântara e aqui venho dar este testemunho. É difícil ver todos os dias alguém morrer com esta pandemia. Ou com qualquer outra patologia. Sinto-me impotente perante os doentes que morrem sem que consigamos salvar, curar. Há alguns dias morreu uma doente, Maria Manuela Santos de Sá. Ela, antes de morrer, com estrema dificuldade, mas ainda conseguiu nos pedir, a mim e a uma colega, para comunicarmos em seu nome, a sua vontade já que não deixou qualquer testamento. Pediu para informar as autoridades que ele deixava uma propriedade que tinha em Oura, Chaves para uma prima afastada, em 5º ou 6º grau e que mora em Oura. Segundo ela, é a única parente viva, já que os pais, um irmão e mesmo o seu único filho, todos já faleceram. Não sei, porque não entendo nada de leis e testamentos. A minha vida é trabalhar, mas sou humana. Não pude salvar a Manuela, mas entendi que pelo menos, podia realizar essa vontade. Parece que essa parenta, de tão afastada não tem direitos sobre a herança, a não ser a vontade expressa da Manuela, perto da hora da morte. Quanto ao restante dos seus bens, em Mafra, Ericeira, Aljezur, ela disse que deixaria para um ex funcionário dos comboios onde ela trabalhava. O SR Aloisio Ferreira da Casa, este escritor. Bem fez a minha colega que se deixou ficar quietinha. Não fui estúpida como eu que fui arranjar sarna para me coçar. Acabei intimada a comparecer no Tribunal Judicial da Comarca de Lisboa Oeste. A Promotora que me interrogou foi muito antipática, insistiu por diversas vezes em que lhe contasse os motivos porque havia declarado essa vontade da Manuela. Perdi a conta às vezes que respondi que foi ela que me pediu. Insistiu a SRª Promotora em me inquiri sobre quem era a parenta afastada, a tal de prima, que relações tinha com ela? Que ganhava com isso? Repeti vezes sem conta que não a conheço, nem nunca a vi mais gorda ou mais magra. Depois, por mais de duas horas fui massacrada sobre se conhecia o escritor, que relação tinha com ele, porque tinha dito que a Manuela deixara o resto dos bens para ele? Se sabia porque ela deixava quase tudo para esse escritor? Que lógica havia em tudo isso? Se eles eram amigos? Sei lá. Não conheço nem o escritor, nem a parenta da Manuela e essa, só a conheci no dia em que deu entrada no hospital com Covid. A Promotora teve a audácia de me perguntar se eu ganhava alguma coisa. Se o escritor e a parenta me tinham oferecido alguma recompensa por ter declarado o que declarei. Por diversas vezes estive a ponto de perder a paciência e abandonar a sala. Perdi uma tarde inteira, fui tratada como farsante e como se estivesse combinada com a parenta de Oura e o escritor Aloisio. Se eles quiserem que contratem um advogado e procurem seus direitos. Não conheço, nunca vi e nem sei onde moram, o escritor e a tal parenta. Não ganho nada, nem quero. Pelo contrário, a SRª Promotora me fez perder uma trade inteira. É benfeito para eu aprender em não me meter onde não sou chamada. Afinal, nos tempos que correm não é bom ter este coração de manteiga derretida que tenho. Ainda choro quando um doente morre, como chorava nos primeiros dias a trabalhar como enfermeira. Lamento pela Manuela. Até agora não apareceu ninguém. Como sucede com as vítimas de covid 19 ela foi cremada no Cemitério do Alto de São João. O funeral foi no dia 30 de maio. A urna com as cinzas continua lá, na Capela Mortuária do Cemitério esperando que alguém a reclame e decida o destino a lhe dar.Não apareceu ninguém, nem amigos, nem familiares, nem colegas, gente do trabalho. Morreu só e as cinzas continuam sós. Se o SR Aloisio ou a Parenta afastada desejarem, estarei disponível para testemunhar e segundo a minha colega me disse, se for chamada, testemunhará e confirmará as palavras que a Manuel nos disse, com muita dificuldade, mas conseguiu dizer. Só espero que a SRª Promotora não me venha chatear mais. Parece que ela deseja que toda a herança que nem sei o que é, fique para o Estado Português. A mim nem me aquece, nem me arrefece. Já basta de perturbação com este assunto. O escritor que me perdoe deixar na sua página esta nota. Não comento sobre os seus livros pois não li nenhum. Nem sabia que este escritor existia. Boa Noite!

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Data: 10-06-2020

De: LILIANA SAMPAIO DA COSTA (CANEÇAS)

Assunto: UM LIVRO MUITO INTERESSANTE

Estação Terminal é muito entusiasmante, na forma como fala da família e dos problemas que qualquer família, mais ao menos normal enfrenta. Dá vontade de ler todo de seguida.

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Data: 10-06-2020

De: ANABELA DINIS DE ALMEIDA (PARIS)

Assunto: UM BOM RECURSO

Um livro (Estação Terminal) estruturado de acordo com o momento que vivemos. É a história do Toni, mas é também um relato atual deste momento que a humanidade enfrenta e que por isso pode ajudar-nos bastante a ultrapassar o momento.

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Data: 06-06-2020

De: FLORBELA SOFIA VIEIRA QUEIRÓS (MIRA SINTRA)

Assunto: SIMPLESMENTE INTRIGANTE

Simplesmente intrigante! Este suposto escritor foi meu Chefe na Estação de Alcântara. Era o responsável pela Segurança. É realmente intrigante, a forma como ele fala de Deus, virou até, parece, ouvi dizer, Capelão??? . Ciência e religião, seriam duas entidades que se completam mas que nenhuma delas "dá o braço a torcer". Esse meu chefe é um fenómeno. Quanto ao seu Deus??? Que Deus??? Ou será o Diabo??? É muito simples, aqui era paparicado por muitos, não por mim. Desde criança que aprendi que Deus castigava os pecadores. Então, esse meu Chefe, um dia teve a audácia de me dizer na cara que eu era uma cobra??? Pobre e mal agradecido. Eu apenas tinha atenção ao serviço e quando via algo que não estava bem, com toda a boa vontade e zelo, o informava para que ele pudesse corrigir os nossos colegas que estavam metendo o pé na argola. Fui mal interpretada. Na verdade, ele nunca gostou de mim. Sim, todos o elogiam, falam do seu zelo pelo serviço... Não fazia mais que a sua obrigação. Curioso, neste livro fala do Toni que teve a audácia de levar para sua casa... O Toni era nosso colega e nunca fui com a cara dele. Quem sabe se a mulher dele não teria muitas razões para se pôr ao fresco. De certo que durante os tempos em que ele foi camionista, lá pela Europa, deve ter posto os chifres à esposa. Os homens são uns porcos. Eu sou a testemunha viva disso. Um dia, cheguei a casa mais cedo do que o previsto e o meu estava com a amante na cama. Se Deus fosse justo, isso não aconteceria comigo. Já o meu Chefe, acabou se divorciando da primeira esposa, foi até ao Brasil e acabou ou escritor??? Mas aqui, ninguém se convence que não tinha um caso com a DR Manuela??? A forma como ela o tratava??? Assim que chega, a primeira coisa que fazia era ir buscar cafezinho, bolinhos, torradinhas e levar ao meu Chefe??? Agora, a pobre faleceu e mais uma vez se provou a forma como era chegada, muito chegada ao Chefe... Eu nem sei se vou escapar... Também estou internada no Hospital de Santa Maria, com essa doença do Covid. Mas parece estar a evoluir bem? Muitos colegas de Alcântara estão com o Covid, neste novo surto que tem fustigado Lisboa. Basta consultar o Diário Judicial da Comarca de Lisboa Oeste. Parece que tudo corre bem ao meu Chefe... O maior absurdo é como conseguiu ser escritor??? Que mundo este??? Bem o Brasil está sendo arrasado com o Covid... Talvez Deus ainda tenha um pingo de sensatez e nos livre desse meu Chefe. Será que podemos ter esperança que venha a colher o que realmente merece e o mundo fique mais liberto? Ou continuará a ser protegido... Como dizia o Paulo: “Parece que tem o cú virado para a lua”. Que vá fazer companhia à sua querida DRª Manuela, seja no paraíso com Deus, ou no inferno com o Diabo!

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Data: 06-06-2020

De: CARLA SOFIA CRUZ (VALE DE MILHAÇOS)

Assunto: MARAVILHOSO

ESTAÇÃO TERMINAL, um livro maravilhoso, retratando a vida do Toni e através dela, nos remete para uma magnifica viagem pelos mistérios da natureza humana, um relato maravilhoso sobre sentimentos, vida, amor, e até esta Pandemia e a morte.... Um livro para reler!

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Data: 05-06-2020

De: RICARDINA EDUARDA LEMOS (LISBOA)

Assunto: A HISTÓRIA MAIS DOLOROSA DO NOSSO TEMPO

Aloisio Ferreira Casa mergulhou as mãos na história mais dolorosa do nosso tempo. A história do Toni, no final, se torna a história do nosso tempo, de um tempo que nunca tínhamos vivido. Porque o Toni dos comboios, de Alcântara, do Alentejo que viu as duas metades da sua vida, o desmoronar quando regressa do Alentejo e o renascer da esperança, da vida e do amor com a sua Jú. Por fim, cede perante esta Pandemia.

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Data: 04-06-2020

De: TERESA LEONEL FERNANDES VIEIRA (LISBOA)

Assunto: ENCANTADOR DIVERTIDO E AMOROSO

Sou uma jovem com 26 anos que teve a oportunidade de conhecer este escritor quando frequentou o Programa do Benfica na Musgueira, Projeto Para Ti Se Não Faltares. Não era fácil viver na Musgueira e como hoje não é fácil viver na Zona J de Chelas. Curiosamente, eu, por via da influência familiar, até era do Sporting. Este escritor, Monitor do Para Ti Se Não Faltares, do Benfica, nunca me discriminou, nunca fez referência ao meu sportinguismo. Todos sabem como é isso dos jogos de bastidores. Quando o Benfica e o Para Ti Se Não Faltares, no Natal de 2008 levou muitas crianças à Eurodisney de Paris, um sonho para qualquer criança, então para mim, que sabia jamais ter uma oportunidade dessas, estando dentro do grupo prioritário pelas extremas dificuldades financeiras familiares, me empenhei na escola, para com o meu desempenho, interesse e comportamento garantir o meu lugar. É só dependia de mim. Muitos pais, familiares de outros jovens, até dos que estavam fora do grupo prioritário, sei que houve muitos joguinhos de bastidores, até o oferecer ao Monitor agora escritor, algumas vantagens... Afinal, talvez não dependesse de mim... Apenas por acaso, uma amiga de minha mãe que trabalhava no Estádio do Benfica, ainda trabalha. Até foi ela que me conseguiu mais tarde, um emprego numa das lojas do Estádio, no caso a Cafetaria da Mega Store. Ainda lá trabalhamos ambas. Enquanto o escritor, na altura Monitor, tomava um café, com o seu habitual croassant misto, o pai de um dos jovens se aproximou dele para exercer pressão. E disse; a minha amiga ouviu. “Você pode dar um jeitinho. Somos grandes benfiquistas, já me conhece. Olhe, até podia colocar o meu miúdo no lugar dessa gaja que até é do Sporting”. E; solicitamente, o tal grande benfiquista até se ofereceu para pagar a conta do meu Monitor. Nesse dia, à noite, quando a minha amiga contou para mim e para a minha família a conversa escutada, confesso que passei a noite muito feliz, mas sem conseguir dormir. Não pela besta desse pseudo benfiquista, mas porque a minha amiga me deu a notícia, em primeira mão. Eu ainda o não sabia. Ela foi a minha casa para me dar a novidade que ainda não era oficial, ou antes, ainda não fora comunicada. O meu Monitor não aceitou que o outro pagasse a conta dele, o lanchinho e respondeu-lhe. “Pois ela vai. A miúda tem excelentes notas, um comportamento muito bom e tem-se esforçado muito. Ela conseguiu pelo seu mérito e empenho o lugar que é dela pelo seu mérito. Seja do Sporting ou de quem ela quiser, ela vai. Hoje vou entregar os nomes dos jovens que vão à Euro Disney e pode ter a certeza que ela vai”. Foi por esse Benfiquista escritor que eu acabei me tornando também benfiquista. Nunca esqueci esse episódio que apenas veio ao meu conhecimento por acaso. Nestes tempos de Pandemia, vivemos todos com muitas limitações. Muitos estão desempregados. Meu esposo trabalhava num restaurante no Parque das Nações e foi despedido. No Benfica, no Restaurante do Mega Store, ganho apenas o ordenado mínimo. Sei muito bem que aquilo em dias de jogos, fica cheio. Sei que o Benfica está a perder muito dinheiro com esta Pandemia. O restaurante e a Mega Store fechou durante três meses... Fiquei em casa e tive medo. Todos os clubes reduziram ordenados, não só em Portugal, em todo o Mundo. O Benfica, pelo menos a nível europeu, foi o único que paga os ordenados por inteiro. Mas isso é os jogadores. Nós tivemos medo de ser mandados embora. O meu contrato terminava em Abril. Quando o Presidente mandou nos chamar e garantiu que não mandaria ninguém embora e iria manter todos os compromissos assumidos e ainda prolongou a todos os que trabalham no Benfica, desde os mais altos, aos mais humildes, o contrato por mais um ano. O meu foi prolongado até Abril de 2021. Fiquei descansada. É difícil conseguir aguentar apenas com o meu ordenado, com o meu esposo desempregado... Se perdesse o meu emprego, passaríamos fome... Se agora já é tão difícil... Mesmo quem manteve seus empregos, a grande maioria está em Lay Off, em casa, recebendo apenas metade do ordenado. A Mega Store ia abrir agora, mas com o aumento dos casos na região de Lisboa, ainda não abriu. Continuo em casa, mas o Benfica está a pagar o meu ordenado por inteiro. O Presidente Luis Filipe Vieira e este Benfiquista e Escritor me fazem ser do Benfica e ter orgulho neste clube. O Toni também era benfiquista. O livro, esta história, apesar do final triste é belo, encantador e amoroso. Gostei.

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Data: 03-06-2020

De: CRISTINA NORBERTO NETO(VILA FRANCA DE XIRA)

Assunto: PERDER ALGUÉM

ESTAÇÃO TERMINAL é um bom bálsamo, em especial para quem, perdeu alguém nesta Pandemia. E sempre bom ouvir os testemunhos de outros que também perderam alguém. Cada um tem o seu modo de sentir, de enfrentar e tentar ultrapassar o impossível, mas neste livro, o amigo do Toni deixa palavras de conforto para a Jú que se estendem a todos nós. São um poderoso bálsamo.

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Data: 03-06-2020

De: LUÍSA SANTOS PESSOA (PARIS)

Assunto: COMO EXPLICAR O SENTIDO DO AMOR

Estação Terminal Este livro é uma delicia. De uma forma simples, transmite o que por vezes temos dificuldade em verbalizar sobre o Amor. Compreendido por todos, demonstra muito carinhosamente, este afeto.

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Data: 03-06-2020

De: LARA MENDES RAMALHO (ERVIDEL)

Assunto: FANTÁSTICO!

Se querem um livro normal sobre a vida, este é o vosso livro! Um livro que além de um bom romance, retrata o atual momento que o mundo está a viver, com uma viagem pelo passado para nos relembrar o mesmo e como foi os tempos do antes 25 Abril, o período da revolução e como viviam muitos Tonis em nosso Portugal. É UM EXCELENTE LIVRO! Parabéns ao autor. Fiquei sua fã!!

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Data: 02-06-2020

De: PATRÍCIA MARTINS JARDIM (ALBUFEIRA)

Assunto: EXAGERADO TEOR RELIGIOSO

Neste livro, o autor nos conta a história do Toni, mas em toda a obra, ele nos remete para o cristianismo. Aloisio Ferreira Casa, um escritor com algum talento, com uma perspicácia acima do normal no interpretar da cultura, costumes e hábitos locais das regiões retratadas no livro, se deixa levar pelo seu claro fascínio pela história de Jesus, como demonstram todos os livros que ele tem escrito. Não resiste a fugir do romance para a religiosidade. Não colocando em causa a importância da mensagem e os ensinamentos espirituais ancestrais do Mestre Jesus, entendo que o livro acaba prejudicado pelo seu exagerado teor religioso. O mundo de hoje já não vive obcecado pela religiosidade, por Deus...

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